Organize a ativação por cenário e equipamento, em vez de comandos manuais difíceis de auditar.
Definir o resultado desejado
Um cenário descreve serviço, identificação do equipamento, portas, VLANs, perfis e credenciais pertinentes. A execução traduz a intenção para os comandos e APIs suportados pelo equipamento.
O objetivo é ter uma definição rastreável de serviço, sem presumir que fabricantes diferentes adotam os mesmos comandos.
Dados essenciais
Valide número serial, modelo, OLT, slot, porta PON, perfil de linha, perfil de serviço, tipo de serviço e VLANs aplicáveis.
Em modo roteado, credenciais PPPoE e configuração de Wi-Fi podem ficar no CPE ou na gerência TR-069. Em bridge, essas responsabilidades mudam; a arquitetura precisa ser explícita.
Homologação e reversão
Teste leitura do estado anterior, implantação em amostras, comparação dos parâmetros resultantes e reversão. Um comando aceito pelo equipamento não comprova que o serviço está autenticado e operacional.
Integre o Lógica Provisioning à visão de ACS e RADIUS de acordo com a arquitetura e compatibilidade homologadas.
Perguntas frequentes
Uma mesma receita funciona em todas as OLTs?
Não. Comandos e perfis diferem por fabricante, linha e firmware.
O ACS configura a OLT?
Não necessariamente. CWMP gerencia CPEs compatíveis; a OLT costuma ter interfaces de gerência próprias.
Os recursos e as integrações exatas dependem da versão, da homologação e do ambiente. Solicite confirmação antes de contratar.
